
Confira abaixo comentários do atleta sobre o comandante rubro-negro:
- Tenho conversado com meus companheiros sobre algumas situações. Quando o jogador passa por equipes grandes tipo São Paulo, Real Madrid, Roma, geralmente você não aceita tudo. Quando o Waldemar chegou, com aquele treinamento de dar cambalhota, colocar a cabeça na bola quando o outro chuta, aí eu pensei: nunca vou fazer isso. Mas quando eu ouvi ele falando com jogadores percebi que ele não queria vaidade. O que eu tinha, de não querer fazer, era pura vaidade. Hoje eu tenho o prazer de colocar a cara bola. Ele soube mexer com os brios dos jogadores e fui obediente ao que ele disse.
- Tudo é conversado entre os jogadores e comissão técnica. O Waldemar sempre pede para que cada jogador coloque uma palavra. Alguns colocam garra, outros superação e todo mundo sabe que precisamos tudo isso. Então, na base da conversa nós estamos nos recuperando e criando confiança para seguir na competição. Isso demonstra a nossa determinação.
Sobre renovação, acompanhe o que Dubeux disse:
- Cicinho chegou fora de forma, mas nos tinhámos absoluta confiança que ele iria recuperar seu futebol. É um atleta correto e está intensamente ligado ao Sport. Ano que vem, sentaremos para conversar sobre sua permanência.


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